Vamos imaginar a situação, de uma Instituição Bancária ou Financeira, que ajuizou Ação de Execução de Título Extrajudicial apresentando como título executivo Cédula de Crédito Bancário.
Imagine-se também que o juízo foi seguro pela penhora dos bens que servem ao patrimônio do estabelecimento comercial/residencial do executado.

O executado utilizando-se do limite de sua conta bancária de pessoa jurídica/física, pagou juros diários elevados e capitalizados (percentuais esses não demonstrados com a inicial), a situação estende-se por anos, e não consegue saldar o débito mesmo efetuando o pagamento de algumas parcelas, porém, devido à elevada taxa de juros e a capitalização dos mesmos, ocorre a impossibilidade de pagamento.

Devido a acomodação natural do brasileiro, este não procura fazer valer seus direitos, latentes até que, por sua iniciativa, tornem-se presentes no mundo jurídico.
Essa situação é comum na nossa vida cotidiana, os juros que nos são cobrados pelas Instituições Financeiras, públicas ou privadas, são elevadíssimos; e os juros que pagam pela aplicação de seu dinheiro, junto as mesmas instituições, sempre foram muito abaixo daqueles. Tal situação deve acabar progressivamente. Atualmente os Tribunais e Magistrados vêm entendendo e decidindo em favor do cidadão, do consumidor brasileiro.

Com a credibilidade e a experiência de um escritório de 20 anos no mercado, a Heerdt Advogados atuará na defesa de seu direito, lutando pela improcedência da ação e/ou na amenização de seus prejuízos.

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